Em 9 de outubro de 2026, a Bandeirantes (SP-348) e a Anhanguera (SP-330) ainda não operam com free flow. Nas duas rodovias, o motorista continua pagando nas praças com cancela, pela tag ou diretamente na cabine. Para automóveis, as tarifas variam de R$ 9,70 a R$ 14,50 por praça. Entre São Paulo e Campinas, o custo é de R$ 28,80 em qualquer uma das rotas.
Existe Free flow na Bandeirantes e na Anhanguera?
Não.
Circula muita informação equivocada sobre uma suposta cobrança sem cancela no trajeto até Campinas. Também aparecem mensagens com links que prometem quitar passagens de free flow da Bandeirantes. Mas as praças de Campo Limpo e Valinhos continuam funcionando com cancelas. Por isso, antes de acessar qualquer cobrança recebida por mensagem, é importante verificar se ela realmente corresponde a uma rodovia que já utiliza pórticos.
Por enquanto, existe apenas um aviso antecipado. É um anúncio de intenção, não de operação imediata. O governo de São Paulo já mandou o equivalente disso para as duas rodovias. Em declaração à imprensa em outubro de 2024, o governador Tarcísio de Freitas disse que pretende levar o free flow para a Anhanguera e a Bandeirantes ainda dentro do contrato de concessão atual. Em fevereiro de 2026, a Agência SP reforçou que o Siga Fácil, nome do free flow paulista, chega aos poucos às concessões novas e também aos contratos já existentes. A implantação está nos planos, mas ainda não tem data anunciada.
Neste guia, você encontra as tarifas e as formas de pagamento que estão valendo agora, além do que foi oficialmente anunciado sobre a implantação futura. A ideia é ajudar quem circula entre São Paulo, Jundiaí, Campinas e Limeira a planejar o trajeto e evitar cobranças desnecessárias.
| Já passou por algum pórtico de free flow em São Paulo?O Rodoanel Norte, a Raposo Tavares e as rodovias da CNL Novo Litoral já cobram sem cancela, e o prazo para pagar é curto. Consulte suas passagens pela placa no Pedágio Eletrônico, sem cadastro. |
Tem free flow na Bandeirantes e na Anhanguera hoje?
Ainda não. A lista oficial de pórticos do Siga Fácil, mantida pelo Governo de São Paulo e consultada em 9 de outubro de 2026, não inclui nenhum ponto de cobrança na SP-330 nem na SP-348. As duas rodovias seguem no modelo tradicional: praças com cabines, cancelas e pistas automáticas para quem tem tag.
O Sistema Anhanguera-Bandeirantes começa no km 11 da Anhanguera e no km 13 da Bandeirantes, ainda na capital, e soma 319,8 km sob concessão, segundo a ficha do contrato na Artesp, a agência que regula as rodovias estaduais paulistas. Em todo esse percurso, a regra é simples: sem tag, você ainda precisa parar. Com tag, a cancela abre sozinha, mas continua lá.
Por que tanta gente acha que já tem free flow nessas rodovias?
A confusão tem explicação: o sistema de cobrança automática está avançando em rodovias próximas, e três situações acabam misturando as informações.
- O Rodoanel Norte já cobra sem cancela. O primeiro trecho, entre a Fernão Dias e a BR-116, foi liberado ao tráfego em 23 de dezembro de 2025 com cobrança pelo Siga Fácil, conforme a Agência SP. A etapa que vai ligar o anel à Bandeirantes tinha entrega prevista pelo governo para o segundo semestre de 2026.
- A passagem pela faixa automática de tag também causa dúvida. O motorista reduz a velocidade, o equipamento identifica a tag e a cancela abre sem pagamento manual naquele momento. Isso não transforma a praça em free flow: a estrutura física e a barreira continuam presentes.
- Outro motivo são as notícias sobre diferentes corredores. Imigrantes, Rodoanel, BR-116 e Raposo Tavares aparecem nas mesmas discussões sobre o free flow paulista, embora cada rodovia esteja em uma fase diferente de implantação.
Como saber se passei por um pórtico ou por uma praça de pedágio?
Olhe para cima e para os lados. Praça de pedágio tem cabine, cancela e faixas de redução de velocidade. Pórtico de free flow é uma estrutura metálica que atravessa a pista de lado a lado, com câmeras e antenas, sem nenhuma barreira no chão. Na Bandeirantes e na Anhanguera, por enquanto, você só encontra o primeiro tipo. Se a dúvida for sobre uma viagem que já passou, o mapa do free flow no Brasil mostra todos os pórticos, com status de operação e concessionária responsável, e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) explica as regras gerais do modelo nas rodovias federais.
Quanto custa o pedágio na Bandeirantes e na Anhanguera em 2026?
Enquanto o free flow não chega, quem paga é a praça física. Para carro de passeio, as tarifas vão de R$ 9,70 a R$ 14,50 por praça desde 1º de julho de 2026, quando entrou em vigor a revisão anual de 4,72%, correspondente ao IPCA acumulado entre junho de 2025 e maio de 2026, conforme o comunicado oficial da Artesp. Os valores abaixo são os da tabela oficial publicada pela agência.
| Rodovia | Praça (km) | Carro de passeio |
|---|---|---|
| Anhanguera (SP-330) | Perus (km 26) | R$ 14,50 |
| Anhanguera (SP-330) | Valinhos (km 81 e km 82) | R$ 14,30 |
| Anhanguera (SP-330) | Nova Odessa (km 118) | R$ 12,80 |
| Anhanguera (SP-330) | Limeira (km 152) | R$ 9,70 |
| Bandeirantes (SP-348) | Caieiras/Campo Limpo (km 36 e km 39) | R$ 14,50 |
| Bandeirantes (SP-348) | Itupeva (km 77) | R$ 14,30 |
| Bandeirantes (SP-348) | Sumaré (km 115) | R$ 12,80 |
| Bandeirantes (SP-348) | Limeira (km 159) | R$ 9,70 |
Fonte: tabela oficial de tarifas de pedágio das rodovias concedidas de São Paulo, publicada pela Artesp, vigente desde 01/07/2026. A Artesp registra duas posições de cobrança, com o mesmo valor, para Valinhos e para Caieiras/Campo Limpo. Confira sempre o valor antes de viajar.
As tabelas mostram um padrão: praças equivalentes nas duas rodovias apresentam tarifas iguais. Essa correspondência ajuda a entender por que o custo dos trajetos mais comuns também coincide.
Quanto custa ir de São Paulo a Campinas pela Bandeirantes ou pela Anhanguera?
Para ir de São Paulo a Campinas, o motorista de automóvel paga R$ 28,80 em qualquer uma das rodovias. Na Bandeirantes, são R$ 14,50 em Caieiras/Campo Limpo e R$ 14,30 em Itupeva. Na Anhanguera, o percurso inclui Perus, a R$ 14,50, e Valinhos, a R$ 14,30. Em nenhum desses pontos há pórtico de free flow.
Se o destino for Limeira, o valor total chega a R$ 51,30, com quatro praças de pedágio em cada uma das alternativas.
Ou seja: a decisão entre as duas rodovias não depende apenas do preço. O tempo de viagem também conta, no trânsito da Marginal Tietê e no seu destino final. A Bandeirantes é a escolha natural de quem vai direto, com menos acessos urbanos pelo caminho. A Anhanguera atravessa Jundiaí, Louveira, Vinhedo e Valinhos, e faz mais sentido quando o destino está no meio do percurso. Quem quer somar o combustível à conta pode usar a calculadora de pedágio e combustível, e quem compara rotas pelo estado encontra outras referências na tabela de pedágio 2026.
Por que a Bandeirantes e a Anhanguera cobram o mesmo valor?
Porque fazem parte do mesmo contrato e seguem a mesma regra de cálculo. As duas rodovias formam um único lote de concessão estadual, iniciado em maio de 1998, com prazo total de 40 anos já considerando os aditivos, segundo a Artesp. E a tarifa paulista é quilométrica: um valor fixo por quilômetro multiplicado pelo trecho que cada praça cobre, ajustado pela categoria da rodovia e do veículo, como explica o portal de dados abertos da Artesp. Duas rodovias paralelas, no mesmo sistema, com praças cobrindo trechos equivalentes, chegam naturalmente a valores iguais. E, pela regra oficial para contratos antigos, esses mesmos valores servem de referência quando o free flow chegar às duas rodovias.
Moto paga pedágio na Bandeirantes e na Anhanguera?
Paga. Segundo o Siga Fácil, a isenção de motociclistas em São Paulo vale para os trechos com pórticos eletrônicos das novas concessões, como o Litoral Paulista, a Nova Raposo e a Rota Sorocabana. O Sistema Anhanguera-Bandeirantes é um contrato de 1998, com praças físicas, e a moto segue a categoria prevista na tabela da concessão. O guia de pedágio free flow para moto mostra onde a isenção existe de verdade.
Como pagar o pedágio na Bandeirantes e na Anhanguera hoje?
Atualmente, o pagamento nessas duas rodovias continua sendo feito de duas maneiras: com tag física na pista automática ou na cabine de atendimento.
- Tag de pedágio. É o mais rápido. A antena da pista automática lê o adesivo no para-brisa, a cancela abre e o valor cai na fatura da operadora (o Sem Parar e outras empresas de fornecimento de tag). Antes de contratar, vale olhar a mensalidade; o guia de tag de pedágio sem mensalidade e o comparativo NuTag x Tag Eletrônica ajudam nessa conta.
- Cabine manual. O motorista precisa parar e efetuar o pagamento antes de seguir viagem. Como os meios aceitos dependem das condições de cada praça e concessão, é recomendável levar mais de uma alternativa.
| A Tag Eletrônica do Pedágio Eletrônico funciona nessas praças?Ainda não. A Tag Eletrônica é uma solução de cobrança por placa, feita para os trechos com free flow. Em praça com cancela, como as da Bandeirantes e da Anhanguera, a pista automática exige a tag física e o adesivo no vidro. As duas soluções podem conviver no mesmo carro, ou na mesma frota. |
E se a tag não ler na cancela da Bandeirantes?
Não acelere e não engate a ré. Aguarde a orientação do operador da praça; em muitos casos, a passagem é registrada manualmente e cobrada depois na fatura da tag. Se a cobrança não aparecer ou vier em dobro, anote data, horário e praça e fale com a operadora. O passo a passo completo está em minha tag não leu no pedágio, e cobranças que você não reconhece têm um roteiro próprio em cobrança indevida de pedágio.
Passei pela cancela sem pagar: e agora?
Cruzar a praça sem pagar é evasão de pedágio, prevista no art. 209-A do Código de Trânsito Brasileiro, incluído pela Lei nº 14.157/2021: infração grave, multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. Um detalhe que muita gente confunde: o prazo de 30 dias para pagar depois, previsto na Resolução Contran nº 1.013/2024, vale para o free flow, não para quem passa por uma cancela física sem pagar. Se isso aconteceu, procure a concessionária o quanto antes e veja as orientações em passei no pedágio e não paguei e em multa por evasão de pedágio.
Quando a Bandeirantes e a Anhanguera vão ter free flow?
Ainda não existe uma data oficial. Até 9 de outubro de 2026, o governo paulista e a Artesp não haviam divulgado o cronograma de instalação e início da cobrança dos pórticos no Sistema Anhanguera-Bandeirantes. Há manifestações sobre a intenção de implantar o modelo, mas nenhuma delas estabelece um dia para o início da operação.
O que o governo de São Paulo já disse sobre o free flow nessas rodovias?
- Outubro de 2024: durante uma visita a obras na região de Sumaré e Hortolândia, o governador declarou à imprensa que o objetivo era implantar o free flow na Anhanguera e na Bandeirantes dentro do contrato de concessão atual.
- Fevereiro de 2026: a Agência SP informou que o Siga Fácil é implantado gradualmente nas concessões mais recentes e também nos contratos já existentes.
- Regra para os contratos antigos: o Siga Fácil explica que, nas concessões anteriores, os pórticos eletrônicos vão substituir as praças físicas, mantendo a tarifa que já era praticada na praça antiga.
- O exemplo da Imigrantes: a instalação de pórticos no Sistema Anchieta-Imigrantes começou em fevereiro de 2026, com previsão de entrada em operação em julho. Apesar disso, em 9 de outubro de 2026 as estruturas ainda não constavam na relação de pórticos operacionais do Siga Fácil. A instalação física, portanto, não significa que a cobrança já tenha começado.
A conclusão é simples: existe a intenção de levar o free flow às duas rodovias, mas ainda falta o anúncio do cronograma oficial de implantação e cobrança.
O que precisa acontecer antes do primeiro pórtico?
A experiência divulgada para a Imigrantes permite entender as etapas técnicas e regulatórias anteriores à cobrança. De acordo com a Agência SP, o processo envolve as seguintes fases, que podem levar meses:
- Projeto e instalação dos pórticos. Primeiro, são definidos os locais das estruturas que substituirão as atuais praças de pedágio.
- Testes operacionais. Câmeras, sensores e antenas monitoram o tráfego sem cobrar, integrados às empresas de tag e aos sistemas de leitura de placa por OCR.
- Autorização formal da Artesp. A cobrança depende da validação da agência reguladora e não pode começar sem essa autorização.
- Divulgação oficial da data. Antes do início da operação, o governo deve comunicar a data e orientar os usuários sobre o novo sistema.
O free flow vai deixar o pedágio mais barato na Bandeirantes?
Não necessariamente. Conforme as orientações do Siga Fácil, nas concessões antigas a substituição das praças físicas por pórticos não implica, por si só, redução da tarifa. A mudança principal está na forma de cobrança. Na Imigrantes, por exemplo, o governo informou em fevereiro de 2026 que os R$ 38,70 cobrados até então em um único sentido seriam distribuídos em duas cobranças iguais, na descida e na subida. Quem percorre os dois sentidos mantém o mesmo custo total; quem utiliza apenas um paga metade.
Para conferir tarifas e eventuais mudanças, utilize os valores publicados pela Artesp, pelo Siga Fácil ou pelos canais oficiais da concessionária.
Onde já existe free flow perto da Bandeirantes e da Anhanguera?
Embora a Bandeirantes e a Anhanguera ainda utilizem cancelas, há trechos de free flow em operação na Grande São Paulo e em outras regiões do estado. A lista oficial do Siga Fácil destaca os seguintes pontos próximos desse corredor:
- Rodoanel Norte (SP-021): há dois pórticos no km 135, em Guarulhos, um para cada sentido. Com a entrega da próxima etapa, o Rodoanel deverá se conectar ao trecho Oeste, na região da Bandeirantes. Assim, viagens entre Campinas e o aeroporto de Guarulhos poderão incluir uma passagem pelo sistema sem cancela.
- Raposo Tavares (SP-270): pórticos em operação em São Roque (km 48), Sorocaba (km 83) e Araçoiaba da Serra (km 111), detalhados em free flow na Raposo Tavares.
- CNL Novo Litoral: pórticos em Arujá, Mogi das Cruzes, Bertioga, Santos e Miracatu, com consulta e pagamento pela placa na página da CNL Novo Litoral.
- BR-116 entre Guarulhos e Arujá: trecho federal com free flow, explicado no guia do free flow na BR-116 entre Guarulhos e Arujá.
Para ver o quadro completo, o guia de free flow em São Paulo reúne os trechos paulistas, a página de concessionárias free flow mostra onde o Pedágio Eletrônico já processa pagamentos, e o cronograma das rodovias que entram no free flow mostra o que vem a seguir no país.
Como pagar o free flow do Rodoanel e de outras rodovias paulistas sem tag?
Pela placa, em até 30 dias. Tanto o Siga Fácil quanto o Pedágio Eletrônico orientam contar esse prazo a partir da data da passagem pelo pórtico, que é a forma mais segura de não perder o vencimento. (O texto da Resolução Contran nº 1.013/2024, alterado pela Deliberação Contran nº 277/2026, conta os 30 dias a partir da confirmação do processamento do registro, que acontece depois da passagem. Ou seja, quem paga dentro de 30 dias da passagem está sempre no prazo.)
Nas concessões estaduais, o pagamento pode ser feito pelo portal oficial do Siga Fácil ou pelos canais da concessionária. Nos trechos das concessionárias integradas, como a CNL Novo Litoral, a consulta de passagens pela placa e o pagamento por Pix, cartão de crédito ou carteira digital acontecem no próprio Pedágio Eletrônico, com o passo a passo na página como pagar pedágio free flow.
Até 16 de novembro de 2026, as multas por falta de pagamento no free flow estão suspensas pela Deliberação Contran nº 277/2026, informação confirmada pelo Siga Fácil. A tarifa, não. Depois dessa data a multa volta a valer, como explica o guia sobre o fim da carência do free flow. Os débitos também podem ser acompanhados pelo app CNH do Brasil, e quem já pagou multa e regularizou a tarifa deve conferir o guia de reembolso da multa do free flow.
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Como se preparar para o free flow na Bandeirantes e na Anhanguera
Por enquanto, não é necessário mudar a rotina de pagamento na Bandeirantes ou na Anhanguera, porque a implantação do free flow ainda não tem data. Mesmo assim, seis medidas ajudam o motorista a se organizar com antecedência:
- Confira os dados do veículo. No free flow, quem não tem tag é identificado pela placa. Cadastro desatualizado é o caminho mais curto para descobrir uma cobrança só quando ela já virou multa. Débitos de pedágio não pagos também podem pesar no licenciamento.
- Decida entre tag e placa. Para quem roda entre Jundiaí e a capital todo dia, a tag tende a compensar. Para quem vai a Campinas duas vezes por ano, pagar pela placa pode bastar. O comparativo tag ou placa no free flow faz essa conta.
- Entenda os descontos. Segundo o Siga Fácil, em alguns trechos há 5% de desconto para quem usa tag e até 20% para quem passa com frequência. O guia sobre DBT e DUF no free flow explica como funcionam.
- Crie o hábito da consulta. Conferir a placa depois de cada viagem leva menos de dois minutos no site ou no aplicativo do Pedágio Eletrônico. Se preferir acompanhar tudo em um só lugar, crie sua conta gratuita.
- Desconfie de cobrança “da Bandeirantes”. Se chegar SMS, e-mail ou WhatsApp cobrando free flow da Bandeirantes ou da Anhanguera, é golpe: não existe pórtico cobrando ali. Veja como reconhecer em golpe do pedágio digital.
- Acompanhe as regras de aviso. O PL 855/2026, em tramitação na Assembleia Legislativa de São Paulo, quer obrigar as concessionárias paulistas com free flow a avisar cada passagem por SMS, e-mail ou aplicativo. Ainda não é lei.
| Alerta: cobrança de free flow na Bandeirantes ou na AnhangueraAté 9 de outubro de 2026, não há pórtico de free flow em operação na SP-348 nem na SP-330, segundo a lista oficial do Siga Fácil. Qualquer mensagem cobrando “passagem em pórtico” nessas rodovias deve ser tratada como tentativa de golpe. Não clique no link e consulte sempre pelos canais oficiais ou pelo Pedágio Eletrônico. |
E quem administra frota no corredor Campinas a São Paulo?
O free flow na Bandeirantes e na Anhanguera ainda não existe, mas a gestão de pedágio da frota já precisa dele. O corredor é um dos mais usados por transportadoras e frotas corporativas do estado. Hoje, a frota precisa de tag física nessas praças, mas os mesmos veículos já cruzam pórticos no Rodoanel Norte, na Raposo Tavares e no litoral. Centralizar as passagens de free flow por placa evita débito esquecido e multa por evasão. O guia de gestão de pedágios para frotas mostra como organizar isso.
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Enquanto isso, cadastre-se no Portal Pedágio Eletrônico
Enquanto não houver uma data oficial para a implantação, continue pagando normalmente nas praças da Bandeirantes e da Anhanguera. Desconfie de mensagens que cobrem passagens por pórticos nessas rodovias e consulte a placa quando utilizar trechos onde o free flow já funciona. Este guia poderá ser atualizado quando as autoridades divulgarem novas informações sobre a operação.
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À frente do portal Pedágio Eletrônico, desenvolvido pela Movvia, Pedro Hermano atua na conexão estratégica entre tecnologia de ponta e as principais concessionárias de rodovias do país. Diante do avanço dos pórticos Free Flow, ele se tornou uma das principais referências do setor e tecnologia para como pagar pedágio eletrônico por placa e evitar multas por evasão de tarifa, garantindo uma viagem fluida e sem atritos.
Pedro fomenta ferramentas ágeis para quem busca pagar free flow pelo celular em poucos cliques com máxima conveniência. Em seus canais oficiais e no blog da plataforma, ele compartilha seu conhecimento técnico e de mercado com motoristas e frotistas, desmistificando as novas tecnologias das rodovias brasileiras para transformar a experiência de viajar pelo país.