| O free flow na MT-130 começou a cobrar em 10/10/2026: seis pórticos da Rota dos Grãos em 140,6 km entre Primavera do Leste e Paranatinga. Carro paga R$ 2,55 no primeiro pórtico e R$ 3,85 nos demais (R$ 2,64 e R$ 3,98 a partir de 14/10). Com tag, a cobrança é automática; sem tag, o prazo é de 30 dias. |
Free Flow na MT-130: pedágio eletrônico já está valendo na Rota dos Grãos
Em 10 de outubro de 2026, a velha cabine de pedágio da MT-130 saiu de cena. Foi embora com ela a fila, a procura por moedas no porta-luvas, o vidro aberto só até a metade e aquele recibo que acabava perdido dentro do carro. Para quem transporta a safra ou precisa cumprir horário, a mudança é bem-vinda.
Agora, ao longo de 140,6 km entre Primavera do Leste e Paranatinga, seis pórticos registram a passagem dos veículos sem exigir parada. As câmeras identificam a placa, os equipamentos verificam a presença de tag e o sistema registra a utilização da rodovia.
É importante entender o que mudou: a cobrança do pedágio não acabou. Ela deixou de acontecer diante de uma cabine e passou a ser registrada eletronicamente. O motorista segue viagem, mas continua responsável por quitar a tarifa.
Para quem conhece a rotina do transporte de grãos, a comparação é simples. No armazém, o caminhão passa pela balança, o romaneio registra peso, data e horário, e o acerto vem depois. No free flow, funciona de maneira parecida: o pórtico registra a passagem, enquanto o pagamento fica para o momento adequado, dentro do prazo.
Neste guia, reuni os pontos que motoristas, caminhoneiros e produtores precisam conhecer para circular pela MT-130 e evitar cobranças esquecidas. As informações foram conferidas na nota oficial da Ager-MT e nas páginas da concessionária na data em que a cobrança começou.
O que muda com o free flow na MT-130 a partir de 10 de outubro
A mudança envolve toda a forma de cobrança, não apenas os equipamentos. Na MT-130, o valor é calculado por pórtico atravessado, sem cancela nem cabine. O pagamento passa a ser feito pelo celular, pelo site ou pela fatura da tag. Para entender melhor esse modelo, consulte o guia sobre o que é free flow e os demais conteúdos da categoria free flow do blog.
O pedágio free flow na MT-130 já está cobrando?
Sim. A cobrança eletrônica na MT-130 entrou em operação em 10 de outubro de 2026, data confirmada pela Ager-MT e pelo portal de pagamento da Rota dos Grãos. Antes disso, os pórticos estavam em testes, sem tarifa nas passagens.
Vale desfazer uma dúvida que circulou antes da estreia: pórtico instalado não significa pedágio em cobrança. A migração para o modelo eletrônico dependia da autorização da Ager-MT, responsável pela regulação estadual, e da Sinfra-MT, que atua como poder concedente. Só depois dessas aprovações a tarifa passou a valer.
Qual trecho tem pedágio eletrônico na MT-130?
O trecho atendido pelo pedágio eletrônico tem 140,6 quilômetros. Começa no entroncamento com a BR-070, em Primavera do Leste, e segue até a ligação com a MT-020, em Paranatinga. A Rota dos Grãos é responsável pela concessão desde junho de 2021, conforme o Contrato de Concessão nº 008/2021.
Para quem usa o corredor no trabalho ou no escoamento de cargas, a frequência das viagens tem peso no orçamento. Outros trechos que adotaram o sistema em 2026 estão na categoria rodovias do blog reúne os guias por estrada.
Onde ficam os seis pórticos do free flow na MT-130
Os pórticos do free flow na MT-130 são identificados pela sigla PFF (pórtico free flow) e numerados no sentido Primavera do Leste para Paranatinga. As localizações e tarifas abaixo são as da tabela oficial de tarifas da Rota dos Grãos e da nota da Ager-MT.
| Pórtico | Localização | Carro (até 13/10) | Carro (a partir de 14/10) |
|---|---|---|---|
| PFF-01 | km 133+600 | R$ 2,55 | R$ 2,64 |
| PFF-02 | km 145+600 | R$ 3,85 | R$ 3,98 |
| PFF-03 | km 171+100 | R$ 3,85 | R$ 3,98 |
| PFF-04 | km 195+900 | R$ 3,85 | R$ 3,98 |
| PFF-05 | km 225+845 | R$ 3,85 | R$ 3,98 |
| PFF-06 | km 247+700 | R$ 3,85 | R$ 3,98 |
O PFF-01 tem a menor tarifa e está a apenas 12 km do PFF-02. Entre os outros pórticos, os intervalos passam de 20 km. Para comparar a MT-130 com outras rodovias brasileiras sem cancela, consulte o mapa do pedágio free flow no Brasil mostra os pórticos de oito estados num lugar só.
Quanto custa o free flow na MT-130
O valor da passagem depende da categoria do veículo e do número de pórticos cruzados. Na tabela oficial da MT-130, motocicletas pagam metade da tarifa dos carros. Para caminhões e ônibus, o cálculo considera os eixos, com a multiplicação da tarifa-base de cada pórtico.
Quanto custa o trecho inteiro do free flow na MT-130 de carro?
Indo de Primavera do Leste a Paranatinga e passando pelos seis pórticos do pedágio na MT-130, o carro de passeio paga R$ 21,80 pela tabela que entrou em vigor em 10 de outubro. Com o reajuste anual aprovado por unanimidade pela diretoria da Ager-MT em 9 de outubro, que vale a partir de 14 de outubro de 2026, o mesmo percurso sobe para R$ 22,54.
O reajuste entrou em vigor apenas quatro dias após o início do free flow. São decisões distintas: uma trata da operação eletrônica; a outra, da atualização anual prevista no contrato. Antes de viajar, vale estimar o custo total com o guia de como calcular pedágio e combustível de uma viagem.
Quanto paga uma moto no free flow da MT-130?
Para motocicletas, a tabela válida desde 10/10 estabelece R$ 1,28 no PFF-01 e R$ 1,93 em cada um dos outros cinco pórticos. Quem percorre o trecho inteiro paga R$ 10,93.
Há uma diferença importante em relação à isenção prevista na Portaria nº 104/2021, aplicável às concessões federais leiloadas a partir de 2021. Já a MT-130 é uma concessão estadual, com contrato próprio, cuja tabela prevê cobrança para motocicletas em todos os pórticos. Veja as regras no artigo sobre pedágio free flow para moto.
Quanto paga um caminhão de grãos no free flow da MT-130?
O cálculo para caminhões usa a tarifa-base de cada pórtico multiplicada pela quantidade de eixos. Pela tabela em vigor desde 10/10, um rodotrem de nove eixos paga R$ 196,20 para atravessar os seis pontos de cobrança. Confira os valores de outras configurações comuns nessa rota:
| Veículo | PFF-01 | PFF-02 a PFF-06 (cada) | Trecho completo |
|---|---|---|---|
| Motocicleta | R$ 1,28 | R$ 1,93 | R$ 10,93 |
| Carro de passeio | R$ 2,55 | R$ 3,85 | R$ 21,80 |
| Caminhão 2 eixos | R$ 5,10 | R$ 7,70 | R$ 43,60 |
| Carreta 6 eixos | R$ 15,30 | R$ 23,10 | R$ 130,80 |
| Rodotrem 9 eixos | R$ 22,95 | R$ 34,65 | R$ 196,20 |
Esses valores do pedágio na MT-130 são os da tabela publicada pela concessionária, vigente até 13 de outubro. Segundo a Ager-MT, as demais categorias seguem os critérios do Contrato de Concessão nº 008/2021, e o reajuste também se aplica a elas: confira a tabela atualizada da Rota dos Grãos a partir do dia 14. Eixo suspenso tem regra própria, explicada no guia sobre free flow para caminhões com eixo suspenso.
Como pagar o free flow na MT-130
Na MT-130, o pagamento pode ser feito de duas maneiras: com tag, o débito aparece automaticamente na fatura; sem tag, a leitura da placa gera uma passagem a ser paga em até 30 dias nos canais oficiais. Entenda as diferenças no conteúdo sobre pagar o free flow com tag ou por placa.
Quais tags funcionam no free flow da MT-130?
O site da Rota dos Grãos lista como aceitas as tags Sem Parar, Move Mais e Taggy, além de outras empresas de fornecimento de tag. Com uma delas ativa, o pórtico do free flow na MT-130 identifica a tag e a tarifa vai direto para a fatura da empresa fornecedora. Antes de viajar, confira a lista atualizada no site da concessionária.
Se está escolhendo uma tag para o free flow na MT-130, os comparativos Taggy x Tag Eletrônica e Move Mais x Tag Eletrônica ajudam a decidir, e o guia de tag eletrônica de pedágio explica como funciona a interoperabilidade das tags.
Como pagar o free flow da MT-130 sem tag?
Quando o veículo não tem tag, as câmeras identificam a placa por meio da leitura OCR/ANPR da placa) e geram o registro da passagem para pagamento posterior. O cadastro não é obrigatório para efetuar o pagamento. Veja o procedimento:
- Abra a busca de passagens. Entre na página de busca de passagens da Rota dos Grãos ou no aplicativo da concessionária.
- Informe a placa do veículo. O sistema também oferece um campo específico para placas estrangeiras.
- Antes de confirmar o pagamento, examine as passagens em aberto e confira data, horário e pórtico registrados.
- Selecione a forma de pagamento. Conforme a Ager-MT, são aceitos Pix, cartões de crédito e débito, além de totens de autoatendimento nas bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).
- Guarde o comprovante. Empresas e motoristas podem emitir gratuitamente o Documento Fiscal Equivalente (D.F.E.) no site da concessionária. Entenda o documento no artigo sobre nota fiscal de pedágio.
Quem passa pelo free flow na MT-130 com frequência pode criar uma conta no portal para acompanhar todas as passagens do veículo. Dúvida que o site não resolve? A concessionária atende pelo 0800 130 0 130 e pela ouvidoria da Rota dos Grãos. Os dados de placa lidos pelos pórticos são protegidos pela LGPD, como mostramos no texto sobre LGPD e dados da placa no free flow.
Dá para pagar o pedágio da MT-130 pelo Pedágio Eletrônico?
Não. Neste momento, a Rota dos Grãos não integra a plataforma do Pedágio Eletrônico, Assim, a tarifa da MT-130 precisa ser quitada nos canais oficiais da concessionária. Consulte a lista de concessionárias com free flow no Brasil mostra quais já podem ser pagas pela plataforma e quais ainda seguem pelo site de cada operadora.
Essa distinção evita que o motorista tente pagar no canal errado. Para viagens que continuam por outras rodovias, o Pedágio Eletrônico permite consultar e quitar débitos de concessionárias integradas, como CNL, CSG, Via Campo e Rota Verde, além das taxas de preservação ambiental de Ilhabela e Monte Verde.
| Vai seguir viagem por outras rodovias com free flow?Depois do free flow na MT-130, digite a placa e veja, numa única tela, se ficou algum pedágio em aberto nas concessionárias integradas. Consultar pedágios pela placa no Pedágio Eletrônico |
Tag ou placa: o que compensa no free flow na MT-130
Na MT-130, a tag não reduz a tarifa. Por isso, a principal diferença entre usar tag e pagar pela placa está na praticidade e no controle dos vencimentos.
| Critério | Com tag | Sem tag (por placa) |
|---|---|---|
| Como a cobrança chega | Automática, na fatura da tag | Registro pela placa, pagamento pelo site ou app |
| Prazo | Não precisa fazer nada | Até 30 dias nos canais da concessionária |
| Desconto na tarifa | Não há | Não há |
| Risco de multa por esquecimento | Baixo (com a tag ativa) | Maior, se a passagem passar despercebida |
| Melhor para | Quem roda o trecho toda semana e frotas | Quem passa de vez em quando |
Quem prefere usar o free flow na MT-130 sem tag nenhuma encontra no guia de como pagar pedágio eletrônico sem tag os cuidados para não perder prazo, e no texto sobre tag de pedágio sem mensalidade as opções que não pesam no orçamento.
Sem DUF, sem desconto de tag e cobrança por pórtico: o que isso significa no bolso
A concessionária informa três condições que fazem diferença no planejamento de quem utiliza a MT-130. Conhecê-las ajuda a calcular o gasto real de cada viagem:
- Não há desconto para usuário frequente (DUF). Em algumas rodovias, a repetição de passagens garante redução progressiva da tarifa. Na MT-130, a 30ª passagem custa o mesmo que a primeira. Entenda a diferença no artigo sobre DBT e DUF no free flow.
- Não há desconto por uso de tag. O benefício, nesse caso, é operacional: a cobrança acontece automaticamente, o que diminui o risco de esquecer uma passagem. O preço do pedágio permanece o mesmo.
- A cobrança é por pórtico, não por quilômetro. Se você entrar na rodovia depois de um pórtico e sair antes do próximo, não paga nada naquele trecho. Se cruzar um pórtico, paga a tarifa cheia dele, ainda que tenha rodado poucos quilômetros. Essa é a diferença em relação ao modelo de pedágio por km rodado.
Na rotina de quem vai da fazenda à cidade, o gasto mensal com pedágio na MT-130 é definido principalmente por quais pórticos existem no trajeto, e não apenas pela quilometragem. Convém calcular o percurso habitual e, quando houver alternativa viável, consultar o guia sobre rota sem pedágio ajuda a decidir quando desviar compensa (e quando não compensa).
E se eu não pagar o free flow da MT-130 dentro do prazo?
Deixar de pagar a tarifa no prazo é a infração de evasão de pedágio, prevista no art. 209-A do Código de Trânsito Brasileiro, incluído pela Lei nº 14.157/2021: multa de R$ 195,23, 5 pontos na CNH e natureza grave. O portal da Rota dos Grãos alerta para isso de forma expressa. Detalhamos as consequências no artigo sobre multa por evasão de pedágio e nos demais textos da categoria multas.
A contagem do prazo exige atenção. Conforme a Resolução Contran nº 1.013/2024, na redação da Deliberação Contran nº 277/2026, os 30 dias começam na confirmação do registro da passagem no sistema federal de trânsito, e não necessariamente no instante em que o veículo passa pelo pórtico. Ainda assim, o ideal é quitar a tarifa assim que ela estiver disponível.
A carência até 16 de novembro vale para o free flow na MT-130?
Vale. A Deliberação Contran nº 277/2026 criou um regime de transição para todos os sistemas de livre passagem do país, em rodovias federais, estaduais, distritais e municipais. Até 16 de novembro de 2026, a falta de pagamento não gera autuação, multa nem pontos na CNH, e quem regulariza as tarifas dentro desse prazo tem os processos de infração cancelados.
A regra de transição afasta a penalidade, mas não perdoa a tarifa. Cada passagem pela MT-130 continua gerando uma tarifa devida. Se a regularização não ocorrer, os processos seguem o trâmite previsto. Veja o conteúdo sobre o fim da carência do free flow e em multas do free flow suspensas. Débito de pedágio que vira multa pode até bloquear o licenciamento do veículo.
| Tem passagem em aberto em outra rodovia antes de 16/11?Regularize dentro da carência e evite multa e pontos na CNH. Ver débitos de pedágio pela placa ou siga o guia de como pagar o pedágio free flow atrasado. |
E se a cobrança vier errada?
Placa lida errado no pedágio da MT-130, categoria trocada ou passagem que você não reconhece? Não pague no impulso. O site da Rota dos Grãos direciona as contestações para a ouvidoria da concessionária. Guarde os protocolos e, se a resposta não resolver, registre manifestação na ouvidoria da Ager-MT, a agência que regula a concessão. O roteiro completo está no artigo sobre cobrança indevida de pedágio e, se a cobrança já tiver virado multa, no guia de como contestar multa de pedágio.
Para quem roda a safra: caminhoneiro, transportadora e produtor
Considere um rodotrem que percorre o trecho Primavera do Leste a Paranatinga e retorna duas vezes por semana. Nesse período, serão 24 passagens por pórticos. Em uma transportadora com vários veículos, esse custo deixa de ser pontual e precisa entrar no controle financeiro da operação.
- Para motoristas autônomos: a tag ajuda a evitar passagens esquecidas durante uma semana de fretes e entregas.
- Para transportadoras: a emissão do D.F.E. pela concessionária é gratuita e serve como comprovante fiscal das passagens. Centralizar placas e comprovantes evita retrabalho no fechamento do mês. O artigo sobre free flow para caminhões e frotas e o guia de gestão de pedágios para frotas aprofundam esse ponto.
- Para quem administra veículos em várias rodovias: a Tag Eletrônica para frotas do Pedágio Eletrônico reúne as passagens das concessionárias integradas pela placa, sem tag física em cada veículo.
| Sua frota roda em mais de uma concessão com free flow?Centralize as passagens das rodovias integradas num só painel, com pagamento por Pix ou cartão. Conhecer a Tag Eletrônica para frotas |
| Atenção a sites falsosCom qualquer free flow novo, aparecem páginas que imitam a cobrança oficial. Pague o pedágio na MT-130 apenas no domínio oficial da Rota dos Grãos (rotadosgraos130.com.br) ou no aplicativo da concessionária. Desconfie de links recebidos por SMS ou WhatsApp com “débito urgente”. Veja como identificar a fraude no artigo sobre o golpe do pedágio digital. |
Seu próximo trecho tem pedágio sem cancela?
As cabines deixaram a MT-130, mas o pagamento continua obrigatório. Agora, o registro acontece no pórtico e a quitação pode ser feita pelo celular, respeitando o prazo de 30 dias. Para seguir viagem sem preocupação, o melhor caminho é conferir as passagens e não deixar o acerto para a última hora.
| Consulte, pague e acompanhe as passagens das rodovias integradas sem fila e sem tag. Acessar o Pedágio Eletrônico |
À frente do portal Pedágio Eletrônico, desenvolvido pela Movvia, Pedro Hermano atua na conexão estratégica entre tecnologia de ponta e as principais concessionárias de rodovias do país. Diante do avanço dos pórticos Free Flow, ele se tornou uma das principais referências do setor e tecnologia para como pagar pedágio eletrônico por placa e evitar multas por evasão de tarifa, garantindo uma viagem fluida e sem atritos.
Pedro fomenta ferramentas ágeis para quem busca pagar free flow pelo celular em poucos cliques com máxima conveniência. Em seus canais oficiais e no blog da plataforma, ele compartilha seu conhecimento técnico e de mercado com motoristas e frotistas, desmistificando as novas tecnologias das rodovias brasileiras para transformar a experiência de viajar pelo país.