Quanto custa o pedágio de Goiânia a Rio Verde e a Itumbiara em 2026
Para carro de passeio, o pedágio de Goiânia a Rio Verde custa R$ 33,90 por sentido, considerando os quatro pontos de cobrança Free Flow da Rota Verde na BR-060. De Rio Verde a Itumbiara, pela BR-452, entram mais R$ 25,60 na conta. Já no caminho direto de Goiânia a Itumbiara pela BR-153, o total é de R$ 30,50 em duas praças com cabine.
Saindo de Goiânia rumo a Rio Verde, você pode chegar ao destino com R$ 33,90 em pedágios registrados sem tirar a carteira do bolso. Não tem bipe, cancela nem parada. Você simplesmente passa sob as estruturas metálicas e cada pórtico registra, de forma automática, uma parte da cobrança.
Parece estranho começar pela conta antes de falar da estrada, eu sei. Só que essa é justamente a lógica do Free Flow: a viagem continua normalmente e o valor aparece depois. Em Goiás, a melhor comparação que me vem à cabeça é com o pequi.
Quem conhece o Cerrado sabe a regra. Pequi não se morde, se rói pelas beiradas, porque por baixo da polpa existe uma coroa de espinhos. Com o pedágio de Goiânia a Rio Verde e até Itumbiara acontece algo parecido. O total parece simples, mas três detalhes mudam a conta: o sentido da viagem, o uso ou não de tag e, principalmente, a rodovia escolhida para chegar a Itumbiara.
Quanto custa o pedágio de Goiânia a Rio Verde pela BR-060?
Para automóvel, caminhonete ou furgão de dois eixos, o pedágio entre Goiânia e Rio Verde soma R$ 33,90 por sentido. Esse total reúne os quatro pontos de cobrança da Rota Verde Goiás na BR-060, com tarifas em vigor desde 0h de 27 de maio de 2026, conforme a tabela oficial da concessionária e a autorização da ANTT.
Aqui não há cabine, troco nem fila. Câmeras, sensores e antenas fazem a identificação da placa ou da tag e registram a tarifa em nome do proprietário do veículo. Para entender o processo por trás do pórtico, o guia sobre como funciona a leitura de placa no Free Flow explica a tecnologia sem complicação. E, para enxergar o corredor inteiro no contexto do estado, vale consultar também o guia Free Flow em Goiás.
Onde ficam os quatro pontos de cobrança entre Goiânia e Rio Verde?
Segundo a ANTT, os quatro pontos da BR-060 estão distribuídos entre Abadia de Goiás e Goiânia (P1), Indiara e Cezarina (P2), Acreúna e Jandaia (P3) e Acreúna e Santo Antônio da Barra (P4). Como a BR-060 é duplicada, cada ponto possui dois pórticos, um para cada sentido, de acordo com a própria concessionária. Para visualizar a soma acontecendo na prática, acompanhe o placar como se estivesse no banco do passageiro:
- P1, entre Goiânia e Abadia de Goiás: R$ 3,90. Placar: R$ 3,90. É a primeira cobrança do trajeto, quase o preço de um cafezinho na saída da capital.
- P2, entre Cezarina e Indiara: R$ 9,90. Placar: R$ 13,80. A paisagem já muda para o interior e a tarifa fica perto de três vezes o valor do primeiro ponto.
- P3, entre Jandaia e Acreúna: R$ 8,10. Placar: R$ 21,90. Entre silos e pivôs de irrigação, mais uma passagem fica registrada na placa.
- P4, entre Acreúna e Santo Antônio da Barra: R$ 12,00. Placar final: R$ 33,90. Esse é o ponto de cobrança mais caro de toda a concessão e já fica no trecho em direção a Rio Verde.
Por que o ponto de Acreúna custa três vezes mais que o da saída de Goiânia?
A explicação está no trecho representado por cada ponto. A cobrança não funciona como uma tarifa fixa de entrada. O estudo da concessão publicado pelo Ministério dos Transportes define valores por quilômetro e diferencia pista simples de pista duplicada. O P1 fica muito próximo da capital, enquanto o P4 corresponde a um trecho maior antes da chegada a Rio Verde.
No corredor completo, o automóvel paga R$ 59,50 para percorrer os 426 km concedidos à Rota Verde, somando BR-060 e BR-452. Isso representa algo próximo de R$ 0,14 por quilômetro. Para entender como esse modelo se compara a outras formas de cobrança, veja o conteúdo sobre pedágio por km rodado.
| Já passou pela BR-060? Em poucos segundos, você confere se existem passagens da Rota Verde vinculadas à sua placa, com data, local e valor. Consultar minha placa no Pedágio Eletrônico |
Quanto custa ir e voltar de Goiânia a Rio Verde?
Na ida e volta entre Goiânia e Rio Verde, o carro paga R$ 67,80, já que a tarifa é registrada nos dois sentidos. A página da Rota Verde no Pedágio Eletrônico deixa esse ponto claro: os valores informados são por sentido de passagem e o retorno gera uma nova cobrança.
Agora traga isso para a rotina de quem mora em uma cidade e trabalha na outra. Quatro viagens de ida e volta no mês, pagando pela placa, chegam a R$ 271,20. É nesse momento que aparece o segundo espinho do pequi, porque a diferença entre pagar pela placa e usar tag começa a pesar mais.
Quanto custa o pedágio de Goiânia a Itumbiara?
A resposta muda conforme a estrada escolhida, e é justamente aí que muita gente se confunde. Pela rota direta, na BR-153, o pedágio de Goiânia a Itumbiara custa R$ 30,50 em duas praças com cabine. Se o motorista seguir pelo corredor da Rota Verde e passar por Rio Verde, o valor sobe para R$ 59,50 em sete pontos de cobrança Free Flow.
A dúvida faz sentido. A concessionária apresenta sua área como o eixo Goiânia, Rio Verde e Itumbiara, e a BR-452 concedida termina no entroncamento com a BR-153, em Itumbiara, segundo o estudo do Ministério dos Transportes. A diferença é que esse trecho chega a Itumbiara vindo de Rio Verde. Quem sai de Goiânia e segue direto pelo sul de Goiás entra em outra rodovia, administrada por outra concessionária e com outro sistema de cobrança.
Quanto custa pela BR-153, o caminho direto?
Na BR-153, o automóvel paga R$ 15,60 na praça de Piracanjuba, no km 553,3, e R$ 14,90 na praça de Itumbiara, no km 685,4. O total é de R$ 30,50. Os valores aparecem na tabela de tarifas da ANTT e na tabela da Way-153, concessionária responsável pelo trecho entre Hidrolândia e a divisa com Minas Gerais desde março de 2026. A posição das praças pode ser conferida no mapa oficial da concessão.
Nesse caminho, o funcionamento continua no modelo tradicional: praça física, cabine, cancela e pagamento no momento da passagem. A BR-153 cruza Hidrolândia, Professor Jamil, Piracanjuba, Morrinhos e Goiatuba antes de chegar a Itumbiara. Se houver uma passagem sem pagamento, a Way-153 orienta a regularização pelo telefone 0800 262 0153 ou pela opção Pagar Pedágio do site oficial.
| Atenção ao reajuste da BR-153A página da concessão na ANTT informa 26 de setembro como data-base do reajuste anual da BR-153. Em 28/09/2026, tanto a ANTT quanto a concessionária ainda exibiam R$ 15,60 e R$ 14,90. Antes de viajar, confirme se uma nova tabela já foi publicada. |
Quanto custa pela Rota Verde, passando por Rio Verde?
No corredor completo da Rota Verde, o total para carro é de R$ 59,50 por sentido. São R$ 33,90 na BR-060 até Rio Verde e mais R$ 25,60 na BR-452 até Itumbiara, ao longo dos 426 km concedidos. É uma rota consideravelmente mais longa e tende a fazer sentido quando existe algum compromisso em Rio Verde, Santa Helena de Goiás ou Bom Jesus de Goiás durante o percurso.
Qual rota compensa mais de Goiânia a Itumbiara?
Se o único objetivo é chegar a Itumbiara, a BR-153 é mais curta e tem pedágio menor. Já a Rota Verde oferece outra conveniência: o motorista não precisa parar e pode pagar depois pela placa. A comparação fica mais clara lado a lado:
| Critério | BR-153 (direta) | BR-060 + BR-452 (Rota Verde) | Observação |
|---|---|---|---|
| Trajeto | Direto, via Piracanjuba, Morrinhos e Goiatuba | Via Rio Verde, pelos 426 km concedidos | A rota direta é bem mais curta |
| Pontos de cobrança | 2 praças (Piracanjuba e Itumbiara) | 7 pontos de cobrança (P1 a P7) | Na Rota Verde, os valores por ponto são menores |
| Tarifa carro, por sentido | R$ 30,50 | R$ 59,50 | Valores oficiais conferidos em 28/09/2026 |
| Tipo de cobrança | Cabine com cancela | Free Flow, sem parada | No Free Flow, a cobrança é pela placa ou pela tag |
| Quando pagar | Na hora, na praça | Depois, pela placa ou pela tag | Ver o quadro sobre prazos mais abaixo |
| Concessionária | Way-153 | Rota Verde Goiás | Ambas reguladas pela ANTT |
Quanto custa o trecho de Rio Verde a Itumbiara pela BR-452?
Entre Rio Verde e Itumbiara, o automóvel paga R$ 25,60 por sentido em três pontos de cobrança da BR-452. O P5 custa R$ 7,90 entre Rio Verde e Santa Helena de Goiás, o P6 custa R$ 8,30 entre Goiatuba e Bom Jesus de Goiás e o P7 custa R$ 9,40 entre Bom Jesus de Goiás e Itumbiara. Considerando ida e volta, o total chega a R$ 51,20.
Há um detalhe que costuma passar despercebido. A calculadora oficial da concessionária identifica os dois últimos pontos como Bom Jesus de Goiás, nos km 99 e 147 da BR-452. Isso significa que moradores da região podem cruzar um desses pórticos até em deslocamentos cotidianos. É exatamente o perfil de uso para o qual o desconto de usuário frequente foi criado.
Quanto pagam caminhão, carro com reboque e ônibus no mesmo trajeto?
A tarifa varia conforme a categoria do veículo, definida pelo número de eixos e pelo tipo de rodagem. Um veículo com cinco eixos paga cinco vezes a tarifa-base do carro, enquanto um veículo de sete eixos paga sete vezes. Nos caminhões, os sensores instalados nos pórticos fazem a contagem automática dos eixos. A tabela a seguir aplica os multiplicadores oficiais da Rota Verde aos dois trechos:
| Categoria oficial | Goiânia a Rio Verde | Rio Verde a Itumbiara | Corredor completo |
|---|---|---|---|
| Cat. 1: automóvel, caminhonete e furgão (2 eixos) | R$ 33,90 | R$ 25,60 | R$ 59,50 |
| Cat. 3: automóvel e caminhonete com semirreboque (3 eixos) | R$ 50,85 | R$ 38,40 | R$ 89,25 |
| Cat. 2: caminhão leve, ônibus, caminhão-trator e furgão (2 eixos, rodagem dupla) | R$ 67,80 | R$ 51,20 | R$ 119,00 |
| Cat. 5: automóvel e caminhonete com reboque (4 eixos) | R$ 67,80 | R$ 51,20 | R$ 119,00 |
| Cat. 4: caminhão, caminhão-trator com semirreboque e ônibus (3 eixos) | R$ 101,70 | R$ 76,80 | R$ 178,50 |
| Cat. 7: caminhão com reboque ou caminhão-trator com semirreboque (5 eixos) | R$ 169,50 | R$ 128,00 | R$ 297,50 |
| Cat. 9: caminhão com reboque ou caminhão-trator com semirreboque (7 eixos) | R$ 237,30 | R$ 179,20 | R$ 416,50 |
| Cat. 10: caminhão com reboque ou caminhão-trator com semirreboque (8 eixos) | R$ 271,20 | R$ 204,80 | R$ 476,00 |
| Motocicletas, motonetas e triciclos | Isentos | Isentos | Isentos |
Os valores abaixo são por sentido, sem desconto de tag, e foram calculados com base na tabela vigente desde 27/05/2026. Quem viaja de trailer ou motorhome pode conferir o enquadramento em pedágio para motorhome e trailer. Para empresas de transporte, os guias de Free Flow para caminhões e frotas e de eixo suspenso ajudam a entender a cobrança e a evitar valores acima do devido.
Ambulâncias, veículos oficiais e veículos do Corpo Diplomático também têm isenção na Rota Verde. Para veículos oficiais, a concessionária mantém um canal específico de solicitação na sua página de contato. As regras gerais estão reunidas no guia sobre isenção de pedágio para veículos oficiais e ambulâncias.
Tag ou placa: quanto dá para economizar na Rota Verde?
Com uma tag ativa, o veículo recebe 5% de desconto automático em cada passagem, o DBT. Quando o mesmo pórtico é cruzado novamente, no mesmo sentido e dentro do mesmo mês, pode entrar em cena o desconto progressivo de usuário frequente, o DUF. No pagamento pela placa, a tarifa é integral. O Pedágio Eletrônico funciona como canal de pagamento e não concede esses descontos, que pertencem à concessionária. Aqui aparece o segundo espinho do pequi.
Na prática, os R$ 33,90 da BR-060 caem para aproximadamente R$ 32,20 apenas com o DBT. Em uma viagem isolada, a diferença parece pequena. Para quem passa toda semana, o DUF passa a ter peso real na conta. Pelas regras publicadas pela Rota Verde:
- Quem tem direito ao DUF: veículos de passeio das categorias 1, 3 e 5, desde que estejam com tag ativa.
- Quando começa: a partir da segunda passagem pelo mesmo pórtico, no mesmo sentido e dentro do mesmo mês.
- Até quando cresce: o desconto aumenta até a 30ª passagem e permanece nesse patamar até o encerramento do mês.
- Quando zera: no primeiro dia de cada novo mês-calendário, a contagem recomeça.
Os percentuais chamam atenção. Segundo a concessionária, no ponto de Acreúna a tarifa do carro com tag começa em R$ 11,40 e pode cair para R$ 0,60 na 30ª passagem do mês, uma redução de 94,71%. Em Santa Helena, o valor vai de R$ 7,51 a R$ 0,75. Em Abadia de Goiás, a redução máxima é menor, passando de R$ 3,71 para R$ 2,95. A tabela completa passagem a passagem está no PDF oficial de descontos.
Na minha leitura, a escolha depende muito da frequência. Para quem cruza a BR-060 ou a BR-452 apenas uma ou duas vezes por mês, pagar pela placa continua simples e a diferença de desconto tende a ser pequena. Para quem faz o trecho toda semana, a tag pode compensar com mais facilidade. Os artigos sobre DBT e DUF no Free Flow, desconto para usuário frequente e tag ou placa no Free Flow aprofundam essa comparação. Também vale entender a diferença entre pagamento automático ou avulso no Free Flow. Se a ideia for escolher uma tag, consulte qual a melhor tag de pedágio, as opções de tag sem mensalidade e como a interoperabilidade do pedágio funciona. O portal também mantém uma página sobre tag eletrônica.
| Viaja pouco pela Rota Verde?Sem tag, mensalidade ou aplicativo: consulte a placa e pague por Pix ou cartão em poucos minutos.→ Pagar o pedágio da Rota Verde pela placa |
Como pagar o pedágio da Rota Verde sem tag?
Sem tag, o processo é direto: consulte a placa e faça o pagamento online. Como a Rota Verde já está integrada ao Pedágio Eletrônico, o procedimento pode ser concluído em poucos minutos:
- Consulte a placa na consulta gratuita do Pedágio Eletrônico. Não é preciso fazer cadastro nem instalar aplicativo.
- Confira cada passagem registrada, incluindo data, horário, local e valor. É nessa tela que você consegue identificar, por exemplo, se passou pelo P1 ou pelo P4.
- Escolha a forma de pagamento entre Pix, cartão de crédito ou carteira digital, para quem já possui conta.
- Guarde o comprovante de pagamento. Se precisar de documentação fiscal, consulte como funciona a nota fiscal de pedágio e o Registro de Passagem Veicular (RPV).
- Crie uma conta gratuita no cadastro do portal e ative os alertas. Assim, cada nova passagem vinculada à sua placa gera uma notificação.
A concessionária também informa quatro formas oficiais de pagamento: tag, aplicativo Rota Verde, site da Rota Verde e totens de autoatendimento instalados nos Serviços de Atendimento ao Usuário (SAUs) ao longo da rodovia. Não existe cabine de pagamento na pista. Em outras rodovias integradas, você pode consultar a lista de concessionárias Free Flow, o hub como pagar pedágio Free Flow e o guia de formas de pagamento aceitas.
| Qual é o prazo para pagar?A regra nacional está no art. 7º da Resolução Contran nº 1.013/2024, com a redação dada pela Deliberação Contran nº 277/2026: o prazo é de 30 dias contados da confirmação do processamento do registro de passagem. A Rota Verde e o Pedágio Eletrônico comunicam esse período como 30 dias após a passagem. Na prática, use a data em que passou pelo pórtico como seu limite e não dependa da data de processamento para manter tudo em dia. |
| Cuidado com golpeFaça o pagamento somente pelos canais oficiais: o Pedágio Eletrônico, o site, o aplicativo e os totens da concessionária. A Rota Verde informa o WhatsApp apenas como canal de atendimento para pessoas com deficiência auditiva e de fala, em sua página de contato. Recebeu um link de cobrança por mensagem? Desconfie e confira os sinais no guia sobre golpe do pedágio digital. |
O que acontece se eu esquecer de pagar o pedágio entre Goiânia e Rio Verde?
Fora do período de transição explicado a seguir, deixar a passagem vencer configura evasão de pedágio. É uma infração grave, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH, prevista no art. 209-A do Código de Trânsito, incluído pela Lei nº 14.157/2021. E existe outro ponto importante: a multa não elimina a tarifa. A Rota Verde informa que o valor do pedágio continua devido mesmo depois da penalidade. Débitos e multas em aberto também podem impedir o licenciamento, como detalhamos em débito de pedágio pode bloquear o licenciamento.
A multa do Free Flow está suspensa na Rota Verde?
Sim, até o encerramento do período de transição. A Deliberação Contran nº 277/2026 estabeleceu um prazo excepcional de 200 dias contado da publicação, com término em 16 de novembro de 2026. Para passagens realizadas nesse intervalo, a tarifa pode ser quitada até o fim do prazo e a infração do art. 209-A não é configurada enquanto o período estiver em vigor, conforme o art. 2º, §§ 1º e 2º. O Ministério dos Transportes também divulgou a medida.
Isso não significa que vale a pena deixar tudo para o último dia. Depois de 16/11, a regra volta a valer integralmente, e acumular passagens só aumenta a chance de alguma ficar para trás. Os detalhes estão em multas do Free Flow suspensas e no fim da carência do Free Flow. Para quem já recebeu penalidade, também há orientações em reembolso da multa do Free Flow e em multa por evasão de pedágio.
Como contestar uma passagem que você não reconhece?
Na Rota Verde, uma passagem ainda pendente pode ser contestada pelo aplicativo, na opção Contestar Passagem, pelo Fale Conosco ou pela Ouvidoria, no telefone 0800 060 4520, número também informado pela ANTT. Se a passagem estiver aparecendo no Pedágio Eletrônico, as perguntas frequentes do portal mostram como acionar o suporte. Em situações específicas, consulte cobrança indevida de pedágio, como contestar multa de pedágio, Free Flow com carro alugado e vendi o carro e o pedágio continuou me cobrando.
| Não deixe passagem acumularConsulte a placa e regularize as passagens antes de 16 de novembro. Com uma conta gratuita, você recebe um alerta sempre que surgir uma nova passagem.→ Criar minha conta gratuita |
Dica do Pedágio Eletrônico: Antes de pegar a estrada em Goiás
- Defina primeiro a rota até Itumbiara. Pela BR-153 direta, são R$ 30,50 com cabine. Pelo corredor da Rota Verde via Rio Verde, são R$ 59,50 em Free Flow.
- Separe o valor de cada sentido. Goiânia a Rio Verde custa R$ 33,90. Rio Verde a Itumbiara custa R$ 25,60. Na volta, as cobranças acontecem novamente.
- Confira a categoria do veículo antes da viagem. Reboque, semirreboque ou eixo adicional alteram o multiplicador da tarifa.
- Se estiver sem tag, anote a data da primeira passagem. Use essa data como referência para acompanhar o prazo de 30 dias.
- Depois da viagem, consulte a placa e quite as passagens de uma vez pelo Pedágio Eletrônico. O guia de consulta de pedágio Free Flow na internet mostra o procedimento passo a passo.
- Inclua o pedágio no orçamento junto com o combustível. Os guias de como calcular pedágio e combustível e de como planejar viagem de carro ajudam a estimar o custo total antes de sair.
- Vai de moto? Na Rota Verde, a motocicleta é isenta. Veja os critérios e detalhes em pedágio Free Flow para moto.
Lembra dos R$ 33,90 que aparecem sem uma parada sequer no começo da viagem? Quando você acompanha ponto por ponto, a conta deixa de ser surpresa. O maior risco não está no valor isolado, mas em esquecer que a cobrança existe. A lógica do pequi continua valendo: prepare antes. Deixe a conta criada e os alertas ativos antes de sair de casa e o trajeto até Rio Verde ou Itumbiara volta a ser só estrada.
Consulte sua placa antes que o prazo vença
Passou pela BR-060 ou pela BR-452 nos últimos dias? No Pedágio Eletrônico, você consulta cada passagem da Rota Verde com data, local e valor e pode pagar por Pix ou cartão em poucos minutos. Quem cria uma conta gratuita também recebe alertas automáticos e pode usar a carteira digital.
| Resolva agora, em menos de 2 minutosSem tag, sem mensalidade e sem aplicativo. Informe a placa e confira se existe alguma passagem em aberto.→ Consultar placa no Pedágio Eletrônico→ Criar conta com alertas grátis |
Os dados e orientações da concessionária também estão reunidos na página da Rota Verde Goiás no Pedágio Eletrônico. Para consultar outros trechos do país com cobrança sem cancela, veja o guia onde tem pedágio Free Flow.
À frente do portal Pedágio Eletrônico, desenvolvido pela Movvia, Pedro Hermano atua na conexão estratégica entre tecnologia de ponta e as principais concessionárias de rodovias do país. Diante do avanço dos pórticos Free Flow, ele se tornou uma das principais referências do setor e tecnologia para como pagar pedágio eletrônico por placa e evitar multas por evasão de tarifa, garantindo uma viagem fluida e sem atritos.
Pedro fomenta ferramentas ágeis para quem busca pagar free flow pelo celular em poucos cliques com máxima conveniência. Em seus canais oficiais e no blog da plataforma, ele compartilha seu conhecimento técnico e de mercado com motoristas e frotistas, desmistificando as novas tecnologias das rodovias brasileiras para transformar a experiência de viajar pelo país.