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Evasão no free flow: o que os dados oficiais revelam sobre quem paga sem tag

Boa leitura!

Evasão de pedágio free flow

No primeiro teste de free flow do Brasil, cerca de sete em cada cem reais de pedágio ficaram sem pagamento. Ainda assim, o Contran precisou suspender as multas por 200 dias. Para entender essa decisão, vale olhar os números oficiais, a divisão desse prejuízo e os cuidados que permitem regularizar uma passagem em cerca de cinco minutos.

Os dados oficiais da ANTT sobre o primeiro free flow do Brasil, na BR-101 fluminense, mostram uma inadimplência de aproximadamente 7% da receita entre 2023 e 2025. Cerca de um terço dos pagamentos ocorreu sem tag, por Pix ou cartão. Para quem paga pela placa, o prazo para quitar a tarifa sem multa é de 30 dias.

À primeira vista, dois números desse cenário podem parecer incompatíveis: 7% e 200 dias.

Os 7% correspondem à inadimplência acumulada sobre a receita total do primeiro free flow do país. O dado está no relatório final da comissão da ANTT que acompanhou o teste na BR-101, no litoral sul do Rio. Isso significa que, a cada R$ 100 cobrados nos pórticos, aproximadamente R$ 93 foram pagos.

Já os 200 dias são o período de carência aberto pelo Contran em 2026 para que motoristas de todo o país regularizassem tarifas de free flow sem multa e sem pontos na CNH.

Se a maior parte da receita foi recebida, por que interromper as autuações em todo o Brasil por mais de seis meses? A explicação passa pela escala do sistema e pela dificuldade de incorporar a consulta e o pagamento à rotina.

Uma biblioteca municipal ajuda a entender essa relação. A maioria dos leitores devolve os livros no prazo; alguns atrasam uma semana, pagam a multa e resolvem a pendência; outros esquecem o exemplar em casa. Mesmo que esse último grupo represente uma parcela pequena, milhões de empréstimos por ano podem resultar em um volume expressivo de cobranças.

No free flow, a placa lida pela câmera do pórtico permite relacionar a passagem ao veículo. A dificuldade discutida aqui está principalmente em fazer o aviso chegar ao motorista e transformar esse registro em pagamento. É nesse intervalo que uma passagem pode ficar pendente, mesmo sem intenção de deixar de pagar.

Os resultados do teste da ANTT ajudam a dimensionar o problema.

O que os dados oficiais dizem sobre a evasão no free flow

Ainda não há um painel nacional público que reúna a taxa de evasão de todas as rodovias com pedágio sem cancela. A fonte oficial mais completa é o teste regulatório, chamado de sandbox, realizado pela ANTT na BR-101/RJ. Por quase dois anos, o acompanhamento mensal registrou as formas de pagamento e os casos de inadimplência.

Qual é a taxa de evasão no free flow no Brasil?

No teste da BR-101/RJ, a inadimplência média do primeiro ano foi de 10%. No acumulado, ficou em cerca de 7% da receita total. Os resultados constam do relatório final da comissão do sandbox da ANTT, assinado em março de 2025, e abrangem março de 2023 a fevereiro de 2025. Até o momento, esse é o único índice de evasão no free flow publicado por um órgão regulador federal.

A comparação mostra que a inadimplência caiu após o primeiro ano. O resultado é compatível com a adaptação dos motoristas ao sistema e reforça a importância desse aprendizado. Não cabe tratar todo atraso como uma decisão deliberada de não pagar.

O que foi medidoResultado oficialPeríodo
Inadimplência média no primeiro ano10%Primeiro ano do teste
Inadimplência acumulada sobre a receitaCerca de 7%Até fevereiro de 2025
Pagamentos feitos com tag67,6%Março de 2023 a fevereiro de 2025
Pagamentos feitos por Pix28,5%Março de 2023 a fevereiro de 2025
Taxa média de sucesso na leitura da placa (OCR)98,95%Desde o início da operação
Prazo para pagar sem multaPassou de 15 para 30 diasA partir da Resolução Contran nº 1.013/2024

Fonte dos dados de evasão e pagamento sem tag apresentados na tabela: relatório final da comissão do sandbox do free flow, ANTT.

Quer saber se você entrou nessa estatística?

Consulte sua placa no Pedágio Eletrônico e veja, sem cadastro, se há passagens em aberto nas concessionárias parceiras.

Quanto dos pagamentos no free flow é feito sem tag?

Aproximadamente um terço dos pagamentos foi realizado sem tag. Na BR-101, a tag respondeu por 67,6% do total. Nas demais modalidades, as participações foram de 28,5% para Pix, 3,3% para cartão de crédito, 0,3% para cartão de débito e 0,19% para dinheiro. Ao longo do teste, o uso da tag passou de 59%, em março de 2023, para 73,7%, em fevereiro de 2025.

Na prática, cerca de um em cada três pagamentos dependeu de uma providência posterior à passagem. Quem escolhe pagar sem tag precisa consultar e quitar a tarifa, o que aumenta a importância de ter uma rotina. Já o dinheiro teve uma participação residual: menos de dois pagamentos a cada mil.

A evasão no free flow diminui com o tempo?

No teste, a redução esteve associada à adaptação dos motoristas e à ampliação do prazo de pagamento. Com a Resolução Contran nº 1.013/2024, o período para pagar sem multa passou de 15 para 30 dias. O relatório da ANTT registra que a mudança buscou reduzir a inadimplência.

Enquanto os motoristas se adaptam, o sistema continua crescendo. O mapa do free flow no Brasil do Pedágio Eletrônico já registra 73 pórticos em 8 estados, em rodovias federais e estaduais. Mesmo um percentual pequeno de inadimplência ganha volume quando incide sobre dezenas de pórticos e milhões de passagens.

Por que tanta gente entra na estatística de evasão sem querer

No free flow, não é preciso ultrapassar uma cancela para deixar uma tarifa em aberto. O motorista pode passar sem perceber a cobrança e perder o prazo. Um artigo técnico publicado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, assinado pelo chefe técnico da fiscalização do TCE-SP com base em vistorias do início de 2026, apontou situações que ajudam a explicar a evasão involuntária:

Sinalização pouco visível: a fiscalização encontrou poucas placas nas proximidades dos pórticos, muitas delas em meio a outras informações da rodovia.

Canais de pagamento dispersos: cada concessionária mantém seu site e aplicativo. Sem interoperabilidade, o motorista precisa descobrir onde pagar cada trecho. Em São Paulo, o portal estadual Siga Fácil já permite consultar e pagar pela placa as passagens nas concessões estaduais que utilizam o sistema.

Ausência de contato para o aviso: sem cadastro prévio, pode não haver um telefone celular ou e-mail para receber o lembrete. A falta dessa informação contribui para que a passagem permaneça sem pagamento.

Veículo conduzido por outra pessoa: isso ocorre com carro emprestado, alugado ou vendido sem transferência. Quando quem dirige não recebe a cobrança, a pendência pode ser percebida apenas com a chegada da multa.

Dificuldade na identificação da placa: no teste da BR-101, placas ilegíveis representaram 70% das falhas de leitura por OCR.

Falha de leitura da tag: o motorista pode acreditar que o pagamento foi automático e não perceber um problema no pórtico. Por isso, é importante saber como agir quando a tag não leu no pedágio.

Quem paga o free flow sem tag corre mais risco de evasão?

Sim. No pagamento avulso sem tag, consultar e quitar a tarifa depende de uma ação do motorista. Com tag ou pagamento automático, a cobrança ocorre sem essa etapa manual.

Isso não significa que todos precisem contratar uma tag. Para quem paga sem ela, a recomendação é estabelecer uma rotina de consulta. O guia sobre pagar o free flow com tag ou por placa explica as diferenças entre as opções.

Por que o Contran suspendeu as multas por evasão no free flow?

A expansão do free flow ocorreu mais rápido que a estrutura de aviso e cobrança, e parte relevante da evasão era involuntária. Na mesma análise, o TCE-SP informou que não havia registro de funcionamento do sistema nacional unificado de consulta previsto na Resolução Contran nº 1.013/2024. Em abril de 2026, o Contran publicou a Deliberação nº 277/2026, que estabeleceu uma transição de 200 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União, em 29 de abril de 2026.

Em agosto, a Resolução Contran nº 1.028/2026 aprovou a deliberação, com referência à proteção dos usuários e à segurança jurídica. Também confirmou o prazo de 100 dias, contado da publicação da deliberação, para homologar os sistemas de cobrança junto ao órgão máximo de trânsito da União. O período sem multa permite regularizar tarifas enquanto a estrutura de cobrança passa pelos ajustes previstos.

A temporada sem multa termina em 16 de novembro de 2026

Quem paga as tarifas em aberto até essa data tem os processos de evasão cancelados, inclusive a pontuação. Veja como pagar pedágio free flow atrasado pela placa, com Pix ou cartão.

Pagamento sem tag no free flow: prazos, encargos e o que a regra garante

Pagar sem tag é uma modalidade prevista nas regras do free flow. A página oficial do free flow na ANTT apresenta a identificação por tag e por placa e orienta o motorista sem tag a quitar a tarifa nos canais disponíveis, evitando a evasão.

Quanto tempo eu tenho para pagar o free flow sem tag?

O prazo é de 30 dias, com ou sem tag. A Resolução Contran nº 1.013/2024, com a redação da Deliberação nº 277/2026, determina a contagem a partir da confirmação do processamento do registro de passagem. Para as rodovias federais, a Resolução ANTT nº 6.079/2026, em vigor desde julho de 2026, também estabelece 30 dias sem encargos, contados da passagem pelo pórtico.

Minha orientação, diante das duas referências de contagem, é considerar o dia em que você passou pelo pórtico. Essa também é a referência adotada nas páginas do Pedágio Eletrônico. Antecipar a consulta reduz o risco de perder o prazo. Para passagens durante a carência, a Deliberação nº 277/2026 permite pagar até o fim da transição ou dentro dos 30 dias, conforme a alternativa mais favorável ao motorista.

O que acontece se eu não pagar o pedágio no prazo?

A tarifa permanece devida e pode receber acréscimos, além da consequência de trânsito, observada a carência explicada neste artigo. Nas concessões federais, a Resolução ANTT nº 6.079/2026 prevê encargos administrativos, multa moratória de 2% e juros de 1% ao mês para tarifas pagas após 30 dias. O art. 209-A do Código de Trânsito Brasileiro, incluído pela Lei nº 14.157/2021, enquadra a evasão como infração grave. Pelos arts. 258 e 259 do CTB, a penalidade é de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. O valor da multa é fixo para essa classificação e não muda conforme a categoria do veículo.

A multa vencida também pode impedir o licenciamento. O art. 131, § 2º, do CTB condiciona o licenciamento à quitação de tributos, encargos e multas. Você pode consultar os detalhes nos conteúdos sobre débito de pedágio e licenciamento, multa por evasão de pedágio e o que acontece se não pagar a multa de trânsito.

Atenção à data: 16 de novembro de 2026

Durante a carência da Deliberação nº 277/2026, aprovada pela Resolução Contran nº 1.028/2026, não são lavrados autos de infração por deixar de pagar o free flow, e quem regulariza as tarifas em aberto tem os processos cancelados, inclusive multas e pontuação. Quem já pagou multa pode pedir revisão e restituição, desde que comprove o pagamento do pedágio dentro do prazo. O fim da carência em 16 de novembro é informado pelo portal oficial Siga Fácil, do Governo de São Paulo. Depois disso, as autuações voltam a correr. Entenda o fim da carência do free flow, o que mudou com as multas do free flow suspensas e como funciona o reembolso da multa.

A concessionária é obrigada a me avisar de uma passagem em aberto?

Nas rodovias federais, a Resolução ANTT nº 6.079/2026 vincula a divisão das perdas às providências de cobrança. A norma prevê a notificação digital no 8º dia após a passagem e novo envio no 15º dia, quando a concessionária dispõe dos dados do usuário. Prevê ainda correspondência com a cobrança da tarifa e a notificação de autuação quando houver auto de infração lavrado pela ANTT. Cumpridas essas etapas, o poder concedente assume 90% da perda com o não pagamento em até 180 dias. Sem o cumprimento, o impacto fica integralmente com a concessionária.

Esse mecanismo incentiva a concessionária a avisar o motorista antes que a pendência resulte em evasão. Existe, porém, uma condição importante: os dados do usuário precisam estar disponíveis. Sem cadastro, o aviso pode não ter destino. Vale acompanhar as passagens também pelo app CNH do Brasil e a tramitação do PL 855/2026, que propõe aviso eletrônico obrigatório em São Paulo, mas ainda não é lei.

Quem paga o prejuízo quando o motorista não paga?

A responsabilidade varia conforme a causa. Nas concessões federais, as perdas por fraude deliberada, como adulteração de placa, ficam 100% com o poder concedente. As decorrentes de falhas técnicas da concessionária, como erros de detecção ou identificação do veículo, ficam 100% com ela. Na evasão ou no não pagamento comum, a divisão é de 90% para o poder concedente e 10% para a concessionária, desde que os avisos tenham sido realizados.

A Resolução ANTT nº 6.079/2026 define, portanto, quem assume cada parcela do prejuízo. A obrigação de pagar continua sendo do motorista. O que muda é a responsabilidade financeira das partes e o incentivo para que a informação sobre a cobrança chegue a tempo.

E se a cobrança vier errada?

Se houver erro na cobrança, conteste sem perder de vista o vencimento. Nas rodovias federais, a Resolução ANTT nº 6.079/2026 permite apresentar a contestação pelos canais da concessionária ou no Consumidor.gov.br, mas esse pedido não suspende o prazo de pagamento. Os valores cobrados indevidamente devem ser devolvidos em dobro em até sete dias corridos, por estorno ou, com a sua concordância, como crédito para passagens futuras. Quando acolhe a contestação, a concessionária solicita à ANTT a invalidação do auto de infração.

A norma também exige leitura correta de pelo menos 95% das placas, disponibilidade mínima de 98% e confiabilidade de 99% no processamento. No teste da BR-101, o sucesso médio na leitura das placas foi de 98,95%, e os falsos positivos chegaram a 0,02% ao final do período. A identificação da moto no free flow apresentou maior dificuldade: a precisão média de leitura das placas de motocicletas foi de 87,11%. Para verificar uma cobrança suspeita, consulte os guias sobre cobrança indevida de pedágio e como contestar multa de pedágio.

Como pagar o free flow sem tag e sair da estatística de evasão

Com uma rotina de consulta, o pagamento sem tag pode ser resolvido em poucos minutos. Para quem passa por pórticos ocasionalmente, recomendo seguir estes cuidados:

Confira a rota antes da viagem. Consulte o mapa do free flow para identificar trechos com cobrança sem cancela e verificar se a rodovia está entre as concessionárias parceiras.

Consulte a placa após a passagem. A consulta do Pedágio Eletrônico mostra as passagens pendentes sem cadastro e sem mensalidade. Para veículos alugados, há um campo específico para informar a locadora e o período da locação.

Considere o tempo de processamento. Nas rodovias federais, a concessionária deve disponibilizar o pagamento em até duas horas para pelo menos 90% das passagens e em até 24 horas para 99% delas. Se o registro ainda não apareceu, consulte novamente no dia seguinte. Evite deixar essa verificação para a última semana.

Escolha Pix ou cartão. No Pedágio Eletrônico, o Pix tem confirmação imediata, e o cartão de crédito permite parcelamento. O procedimento está explicado na página de como pagar pedágio free flow.

Salve o comprovante. Esse documento ajuda a comprovar o pagamento diante de multa, cobrança duplicada ou pedido de restituição. Para reembolso ou declaração, você também pode emitir gratuitamente o Registro de Passagem Veicular (RPV). Consulte a diferença entre esse registro e a nota fiscal de pedágio.

Crie uma rotina de acompanhamento. O aplicativo do Pedágio Eletrônico facilita a consulta pelo celular. Para quem administra vários veículos, a gestão de pedágio por placa para frotas reúne as passagens em um único painel. O guia de gestão de pedágios para frotas ajuda a organizar esse acompanhamento.

A cobertura da plataforma precisa ser considerada: o Pedágio Eletrônico atende rodovias de concessionárias parceiras integradas, como CNL Novo Litoral, Caminhos da Serra Gaúcha, Via Campo e Rota Verde. Em outras rodovias, procure o canal oficial da concessionária, consulte a lista de apps das concessionárias para pagar free flow ou utilize o Siga Fácil nas concessões paulistas. Desconfie de cobranças fora desses canais e veja as orientações para identificar o golpe do pedágio digital.

Cinco minutos agora valem mais que R$ 195,23 depois

Consulte e pague seu pedágio free flow pela placa no Pedágio Eletrônico, com Pix ou cartão e comprovante na hora.

Para consultar um passo a passo mais completo, veja também como pagar pedágio eletrônico sem tag e como pagar débito de free flow.

Tag ou placa: o que os números dizem sobre a melhor escolha

A frequência das viagens ajuda a escolher entre tag e pagamento pela placa. Também importa a forma como você pretende acompanhar as passagens: por cobrança automática ou por uma rotina de consulta e pagamento. A tabela compara os principais critérios.

CritérioPagamento com tagPagamento sem tag (pela placa)
Como a cobrança aconteceAutomática, no momento da passagemVocê consulta e paga depois
Risco de cair na evasãoBaixo, salvo falha de leitura ou tag bloqueadaMaior, depende de pagar em até 30 dias
Custo além da tarifaPode haver mensalidade, conforme o fornecedorNenhum, se pago dentro do prazo
DescontosEm várias concessões há desconto para quem usa tagDepende das regras de cada concessão
Fatia dos pagamentos na BR-101 (teste da ANTT)67,6%32,4% (Pix, cartão e dinheiro)
Para quem costuma fazer sentidoQuem passa por pórticos toda semanaQuem pega a estrada de vez em quando

Se a mensalidade pesa na decisão, consulte o comparativo de tag de pedágio sem mensalidade. Para avaliar os descontos por frequência, veja também o conteúdo sobre DBT e DUF no free flow.

Voltando aos dois números

Os 7% de inadimplência e os 200 dias de transição descrevem aspectos diferentes do mesmo sistema. A maior parte das tarifas é paga, mas as pendências ganham dimensão quando se considera o volume de passagens em todo o país. O período de transição oferece tempo para regularizar essas tarifas e ajustar a estrutura de cobrança.

O prazo informado para essa regularização sem multa por atraso termina em 16 de novembro de 2026. Depois, as autuações são retomadas. Se você passou por um pórtico nos últimos meses e não sabe se quitou a tarifa, faça a consulta pela placa. É uma verificação rápida, que ajuda a identificar e resolver uma possível pendência.

Consulte sua placa no Pedágio Eletrônico antes de 16 de novembro

Em menos de um minuto, você pode informar a placa no Pedágio Eletrônico e verificar passagens em aberto nas concessionárias parceiras. O pagamento pode ser feito por Pix ou cartão, sem cadastro e sem mensalidade. Para esclarecer outras dúvidas, consulte as perguntas frequentes.

Não deixe uma passagem virar evasão no free flowConsultar minha placa agora no Pedágio Eletrônico

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